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sexta-feira, 24 de novembro de 2017

A Quarta Filosofia

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A Quarta Filosofia

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A Quarta Filosofia

Comentário

O livro levanta a tese de que a motivação jurídica da condenação de Jesus Cristo foi a sonegação de impostos. Resultado de vários anos de pesquisa, a obra demonstra as ações políticas de Jesus Cristo, as quais visaram tanto o rompimento com as Leis religiosas assim bem como com o domínio romano.

Observa-se em toda a extensão do Antigo Testamento a presença de um Deus cruel, ciumento, materialista e financista que, pouco a pouco, faz crer ao leigo e ao aflito que, mediante as várias espécies de pagamento a Ele – Deus –, obtém-se o sucesso.

Posteriormente, a obra analisa os feitos financeiros de vários personagens bíblicos: Noé, Abraão, Jacó, José do Egito, Moisés, Davi, dentre outros. Analisa, ainda, os acontecimentos em que constam a intervenção direta de Deus, o que só acontecia quando Lhe era conveniente a elevação da arrecadação, como, por exemplo, quando de Sua determinação a Davi do levantamento de um censo visando ao aumento da arrecadação do dízimo, ou quando de Seu comando, juntamente com Moisés, de um saque incalculável no Egito.

Foi neste contexto que nasceu Jesus Cristo, tendo saído de Nazaré ainda com treze anos de idade, recebido ampla formação acadêmica no exterior, retornado a Judéia com, aproximadamente, trinta anos, onde iniciou sua trajetória política que visou, sobretudo, ao rompimento com o Antigo Testamento e com a dominação romana. Jesus Cristo atacou frontalmente o Deus descrito no Antigo Testamento. Não concordava com as cobranças exageradas de dízimos, tanto que, confessadamente, não pagou o imposto das duas dracmas, além de ter recomendado que se alcança a glória, primeiramente, pelo ato de justiça, de caridade e de fé, e não pelo pagamento do dízimo.

Por outro lado, quando disse “Daí a César o que é de César e a Deus o que é de Deus”, na verdade, não mandou pagar o imposto a César, ao contrário, mandou não pagá-lo. É só analisar as circunstâncias em que a referida frase foi dita e a quem foi pronunciada.

Em sua caminhada, Jesus Cristo recrutou para o grupo dos “doze” ninguém menos que empresários, terroristas, guerrilheiros, especialistas em finanças, além de um fiscal de grande graduação na Judéia.

Por diversas vezes, colocou os cobradores de impostos em um plano inferior ao dos pecadores e das prostitutas. Foi acusado perante as autoridades romanas por prática de crime político, mais notadamente de crime de sonegação de impostos e foi, por isso, condenado.

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